3 de fev. de 2013

Quero falar do Grêmio na Libertadores.
Na quarta-feira passada, após desfilar pela cidade (depois de muito tempo sem fazer isso!) com a camisa do meu tricolor, assistimos (nós gremistas) com tristeza ao jogo que terminou 1X0 pra LDU.
Um time angustiante de ver. Ruim e sem condições de ganhar de um time igualmente ruim, a LDU.
Pra partida desta semana, jogando em casa - quer dizer na Arena, que teremos que nos acostumar de chamar de casa, embora ela nem mesmo suporte uma avalanche, marca da torcida tricolor - toda a raiva despertada pelo placar do jogo de ida desapareceu e deu lugar novamente a uma esperança infantil de ver o time ganhar; não mais em nome da raça do Grêmio - pois não há a mesma confiança de quando tínhamos o Tcheco, e pra não falar de tão antigamente, o Vítor - mas só pra se alegrar um pouco torcendo pelo time do coração. E essa alegria é única, é diferente de ver um futebol bem jogado. É teu time em campo.
Ouvi de um gremista antes de iniciar a decisão por pênaltis: "Saiomon é um câncer". E sendo ele uma praga mesmo, sofremos todos ao ver aquela infeliz cobrança de pênalti em plena disputa por uma vaga na Libertadores contra a LDU. (Quando poderíamos ter comemorado aliviados uma cobrança do craque Zé Roberto que ficou de fora dos pênaltis). Ouvi de outro gremista: "E agora, José?", logo após a rateada de Saimon. E lá foi Wilian José (estreante! Guri novo) marcar o seu pra acalmar o coração. Por fim, um terceiro gremista disse: "Marcelo Groherói!" e nosso guarda-redes guardou a vaga, a vaga do Grêmio na Libertadores. Vamo que vamo que a Libertadores até dá um sentido bom pra este início de 2013.
 
Nicole