23 de mai. de 2011
Balanço da Primeira Rodada
22 de mai. de 2011
Correndo e fumando
19 de mai. de 2011
Nasce torcedora do Caxias
18 de mai. de 2011
chupa
16 de mai. de 2011
Deus Grana invencível
Fim do primeiro semestre
15 de mai. de 2011
Pra co-mentar /memorar a vitória colorada
Renan pegou algumas bolas (3 se não me falha a memória, como costuma falhar o goleiro) para tentar se redimir do frango que engoliu no 2 a 3 gremista. Damião (nosso grande craque) perdeu um pênalti e fez duas cagadas, uma entre os dez e vinte do segundo tempo, quando enfiou um balão pra deus, ou o arco-íris, ou seja lá quem estivesse naquele ponto do céu; outra, quando, na metade do segundo tempo, tocou uma bola mascada pro Oscar que tava na frente do gol e tinha conseguido se desmarcar. Tudo dentro da normalidade colorada.
Mas antes disso, o tricolor da azenha saiu ganhando de 1 a 0 (4 a 2, contando com o 3 a 2 do último domingo), jogava melhor, atacava mais e não dava espaço pro Inter chegar. Foi quando se ouviu o grito de olé dos quarenta mil gremistas que tentavam, e conseguiam, calar a torcida menor. E o Grêmio cometeu seu pecado maior, a Vaidade.
Achando ótimo o 1 a 0 contra o maior rival em mansão própria (porque de casa não se pode chamar o gaboso monumento ao olimpo), o Grêmio relaxou e o Inter aproveitou.
Mas antes disso, antes ainda do jogo começar, o Falcão armou um esquema 5 4 1, próprio pra sair perdendo do um a zero acima mencionado. Pra que jogar com três zegueiros, se tu sabe que assim só se toma é gol? Porque o Falcão é colorado, e quem é colorado sabe que não dá pra sair ganhando o jogo (vide Peñarol, e até mesmo o último grenal, bem como toda a história pregressa do time da beira do rio). Melhor mesmo é sair perdendo pra não cometer a rata da Soberba (segundo maior pecado tricolor).
O fato é que os muitos gols e a indecisão do resultado dessa decisão de Gauchão engrandeceram o jogo e o próprio ato futebolístico. Tivemos 270 minutos de grenal, divididos em 3 domingos com 12 gols no tempo regulamentar e incontáveis gols de pênalti (contáveis sim, se eu ganhasse dinheiro pra escrever aqui e não o fizesse por pura diversão, ou mesmo alegria, essas coisas que acontecem quando o time da gente ganha e a gente não sabe nomear nem explicar).
Pelo que eu vi, da arbitragem não se pôde reclamar. A bola rolou, o inter tomou cartão, ninguém foi expulso, o Vitor fez mesmo um pênalti no Zé Roberto, teve três minutos de acréscimo, tudo normal. O que ninguém explica é o encarnado da bola (para os leitores mais jovens, encarnado é o mesmo que vermelho). Quem deixou pintarem de vermelho a bola do jogo na casa (ops, palácio) do Grêmio? É muita falta de sacanagem. Os gremistas terão razão ao reclamar. Renato Gaúcho, quando voltar da viagem com a filha, há de falar alguma coisa.
Mas, com isso se encerra o Gauchão deste ano, teremos que nos contentar com uns dez meses (parece mais, embora seja menos) do campeonato vai-e-volta brasileiro. Aquela coisa chata de pontos corridos, jogos do Curintian na televisão, enfim, semana que vem a gente mata a saudade. Ninguém mandou morrer junto e abraçado na Libertadores, outro campeonato meio chato (embora seja uma copa) que só atiça a formação de tais pecados nas, antigamente humildes, cabeças dos torcedores multicores portoalegrenses.
Depois de hoje? Tô me guardando é pra quando o carnaval chegar...
13 de mai. de 2011
Sexta treze
Se aboliram a escravidão, por que hoje não é feriado?
Atenção: o Todo Poderoso vem aí!
O Caxias, naturalmente, que está de férias até julho, também está disponível.
Três novas promessas
A prova de que o que ameaça acabar com o futebol (vide a pesquisa ao lado) é a retranqueira, são as recentes contratações de crianças feitas por grandes clubes. O primeiro é o Marquinhos, bebê noticiado desta semana que, por enquanto, gosta de cobrar faltas. Se a criança virará goleiro, como o Rogério Seni, ou juiz, como o Marcelo Colombelli Mezzomo, não foi pensado pelo clube que o efetivou. Se ele gostaria de ser jardineiro, motorista de táxi ou professor de literatura não foi pensado pelos pais, claro. O segundo é o Serginho Girondo, vulgo Carrosel, que acaba de ser contratado pelo Paysandu. O último é o outro bebê noticiado desta semana, Charles Bayle, vulgo Carlinhos de Jesus, contratado pelo Galaxy de Los Angeles, time pelo qual torce Obama. Aparentemente, os times contratadores acreditam que com estes fenômenos conseguirão reverter o problema da retranqueira, que tem sido observado nos seus últimos jogos, já que as crianças mostram estimular um jogo menos tímido.
11 de mai. de 2011
Doce nada
9 de mai. de 2011
Este é um post só pra dizer
Futebol ao vivo é no Futebol aos vivos!
5 de mai. de 2011
Extra, extra! Torcedor do Liverpool decide se casar!
4 de mai. de 2011
Os franceses adoram detestar
O noticiário do msn francês apresentou nesses dias uma matéria intitulada “Os esportistas que adoramos detestar”. Entre estes, sugeriu os seguintes.
Encabeçando a lista está Patrice Evra, jogador francês, que é detestado porque iniciou a greve da seleção francesa da última copa, depois das briguinhas BBBélicas que aconteceram na seleção desse país. Com ele entraram pra lista preta Frank Ribéry e Nicolas Anelka.
Em segundo lugar está o polêmico treinador José Mourinho, por gostar de provocar gratuitamente e porque “não guarda a língua no bolso”.
Em terceiro lugar ficou o nosso pouco conhecido Nikolay Davydenko, tenista. Parece que este sujeito não era detestado, mas daí os franceses perceberam que ninguém gosta de gostar dele, e começaram a detestá-lo. Além de que lhes pareceu uma tarefa fácil, porque o cara é um ótimo perdedor; dizem que tem jogos espetacularmente perdidos.
Segue-o a tenista Marion Bartoli, por motivos próximos. A moça é impopular demais. Impopularidade que aumentou depois de ficar impopularmente noticiada por ter se negado a jogar na seleção francesa de tênis.
Fato inusitado, ou não, na próxima posição está o conhecidíssimo Cristiano Ronaldo. Ou “CR 7”, para os íntimos. Este, aparentemente, carrega a detestação do público francês por ter passado uma noite de loucura e azaração tudo pago pela Paris Hilton, por ter estraçalhado uma ferrari, por ter tido um filho de uma relação que durou apenas uma longa noite, e por ser mascarado e só reclamar nos jogos em que mal se mexe pra pegar a bola.
Ao Cristiano o segue o já citado Nicolas Anelka, porque é outro que avacalhou com a seleção francesa. “Suas atitudes e declarações durante a copa de 2010 fazem dele um dos jogadores mais detestados da frança”, diz o msn.
O próximo da lista é Jean-Michel Aulas, presidente do Olympique Lyonnais. Parece que dá prazer detestar este senhor porque ele gosta de blefar quanto a informações de compra/venda de jogadores, quanto a resoluções de outros times, e porque adora criar boatos e julgar as atitudes tomadas por técnicos, juízes e demais participantes do mundo extra-jogadores.
Marco Materazzi é o oitavo colocado. Ninguém esquecerá a cabeçada violenta que Zidane deu neste jogador. Bem, parece que as provocações e o chingamento que Materazzi fez ao seu rival foram bem piores, por isso os franceses gostam de detestá-lo.
O próximo é o ciclista ianque Lance Armstrong. Depois de ele superar o câncer e vencer sete edições do Tour de France, os franceses descobriram que poderia ter usado para esse recorde um apoio químico de última geração que não era detectado no antidoping. Aproveitaram então para desestimar a vitória ianque, sempre legítima, e detestar o Lance, que nada tem a ver com o jornal esportivo paulista.
O seguinte é o alemão mais amado do Brasil, Michael Schumacher. O fato de o cara ter comprado a carteirinha falsificada fez com que mais de uma vez fizesse manobras arriscadas e tramposas, como contra Villeneuve em 1997, ou contra Barrichello no 2010, pela qual o brasileiro disse que o alemão estava louco, e a França toda decidiu detestá-lo.
O décimo primeiro é o treinador Raymond Domenech. Já bastava com ser chamado de “açougueiro” para ele saber que era detestado, porém, Domenech, quando parou de jogar, começou a falar abobrinhas a respeito das técnicas e estilo de jogo da seleção e a tomar gostinho pela balbúrdia. Assim, a seleção francesa fez o que fez na copa 2010, e Raymond entrou nesta lista.
O seguinte, que inspirou o apelido do Domenech e o sobrenome de Michael e fusionou suas atitudes, é Harald Schumacher. É odiado na França por este ato, e pelo seu interesse nas consequências.
O último é o tenista chileno Marcelo Rios. Que é conhecido não por ter ocupado o número um do ranking mundial, mas porque foi considerado o jogador “mais desagradável do Roland Garros”.
Depois deste resumo, fico com três impressões: 1. Que mais de uma destas figuras seria respeitada no Brasil pelas mesmas atitudes tomadas. Como o caso da tenista Marion Bartoli, ao qual eu me subscrevo. Outro exemplo é o caso de Cristiano Ronaldo, suponho que não é necessário discutir se haveria ou não apreciadores para ele. 2. Que isso mostra que o Brasil é o Brasil, a França é a França, e que eles são nacionalistas e frescos demais e que nós somos anacionalistas e festivos demais. 3. Que alguém deveria fazer uma lista com as cinco, ao menos, figuras que os brasileiros adoram detestar.