A prova de que o que ameaça acabar com o futebol (vide a pesquisa ao lado) é a retranqueira, são as recentes contratações de crianças feitas por grandes clubes. O primeiro é o Marquinhos, bebê noticiado desta semana que, por enquanto, gosta de cobrar faltas. Se a criança virará goleiro, como o Rogério Seni, ou juiz, como o Marcelo Colombelli Mezzomo, não foi pensado pelo clube que o efetivou. Se ele gostaria de ser jardineiro, motorista de táxi ou professor de literatura não foi pensado pelos pais, claro. O segundo é o Serginho Girondo, vulgo Carrosel, que acaba de ser contratado pelo Paysandu. O último é o outro bebê noticiado desta semana, Charles Bayle, vulgo Carlinhos de Jesus, contratado pelo Galaxy de Los Angeles, time pelo qual torce Obama. Aparentemente, os times contratadores acreditam que com estes fenômenos conseguirão reverter o problema da retranqueira, que tem sido observado nos seus últimos jogos, já que as crianças mostram estimular um jogo menos tímido.
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