2 de mai. de 2011

Obama morto

Atendendo à reclamação da nossa leitora, falaremos qualquer coisa sobre o Gre-Nal de ontem.
Foi sonolento, como a própria leitora poderá lembrar, um pouco pela ruindade e cautela dos dois times, outro pouco porque vimos o jogo enrolados no edredom. Mas foi bom, acredito que para ambos (estou falando do Gre-Nal). O Inter foi melhor no início, enquanto atacou, e o Grêmio foi melhor no fim, depois que o Guiñazu foi expulso (pela primeira vez em seus trinta e sete anos de carrinhos moicanos argentinos). Se o juíz Márcio Chagas tivesse dado os descontos "justos" (como ele fez questão de fazer, quando o adversário do Grêmio era o terrível Caxias), o tricolor teria virado o jogo e terminado com essa bosta de campeonato duma vez. Mas não, né, contra o Inter de Falcão ("que elegância, que simpatia, que homem é esse homem!", não se cansam de dizer nas rádios e na tv) não se dá oito, nem seis, nem três (que era o que indicava a plaquinha de acréscimo no segundo tempo) - o jogo acabou aos 47 e dá-lhe sinalzinho da cruz.
Depois o Osama morreu e a presidenta da Alemanha se sentiu aliviada. O presidente Hussein brindou com os comparsas e pensou que precisará de outro inimigo assustador. Hollywood já está avisada e em breve teremos filmes sobre o assunto. Schartznegger foi sondado, mas apenas para dublar a voz de um alienígena transexual, o que não lhe interessou. 
E o Caxias até julho sem jogar. Que desperdício.

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