30 de jun. de 2011

"El club de la segundona", novo filme de Campanella (II)

Depois de ter ganhado o título de Fenômeno e ter desempenhado esse papel não só no futebol, mas também na balada, na zona, na Europa, e na balança, o Ronaldo se recuperou e ainda jogou até quando teve vontade. As razões para o público crítico aceitar isso não é o grau de midiatismo do jogador, nem muito menos a heroização gratuita feita pelo público dos ícones da Globo, do Futebol e da Música. Tudo isso é lorota. A verdade é que as pessoas tomaram carinho pelo senhor que sofreu oito cirurgias no joelho, sempre batalhou em campo e tentou aproveitar o seu dinheiro como qualquer um o teria feito. É por saber isso, justamente, que o Nazário decidiu continuar agradando ao público de duas formas: parando de exibir a sua barriguinha em campo e, a notícia da semana, divulgando, apoiando e administrando o trabalho do nosso querido emo-nejo Luan Santana. Pois sim, eu, que geralmente não trago opiniões futebolísticas, mas fofolísticas, não podia deixar de comentar isso. O Nazário poderá ser o empresário do Luan. Só uma coisa a dizer: Legal.

Por outro lado, nosso outro querido Gaúcho também suscitou notícias fofolísticas nestes dias. Depois de ter ganhado o título de melhor do mundo e ter desempenhado esse papel não só no futebol, mas também na balada, na zona, na Europa e na balança, o Gaúcho passou dos limites, e irritou os torcedores do seu time, que criaram o disque-dentuço. O negócio consiste num número celular disposto para receber denuncias do R10 na balada. O flamenguista insatisfeito com o jogo do melhor do mundo pode ligar para dizer em que local da cidade o Gaúcho está comemorando não ter que jogar no Grêmio, para que ele seja abordado por assistentes do clube e aconselhado a se retirar para descansar melhor. Só uma coisa a dizer: ei, Gaúcho, Romário teve só um.

Ah, sim. O River Plate. Depois de ter ganhado o título de Milhonários e ter desempenhado esse papel não só no futebol, mas também na balada, na zona, na Europa e na balança, o River começou a ter um desempenho ruim, os dirigentes encheram a barriguinha, e o que aconteceu todo mundo sabe. Pro torcedor foi foda porque houve justiça. Como assim, justiça? É, pois ninguém achou que o River fosse cair, porque a grana que se perde dos superclássicos é muita. E não é que caiu, o Milhonário? Vai ver que porque a AFA criou um disque-justiça e os torcedores insatisfeitos ligaram. Os do Boca pelo menos. Agora, como sabemos, justiça gerou justiça e, surpreendentemente, os torcedores portenhos violentaram a cidade, fato nunca acontecido em cidade tão pacata para manifestações. Quanto às perguntas, eu só sei responder a última. Talvez seja esta a razão por que a Petrobrás patrocina o time. Mais informações sérias do caso, aqui.

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