Eu sugiro o seguinte. Já que o Grenal é um encontro que, segundo o site do Inter, “nada mais motiva, nada mais mexe com as questões mais profundas da alma do Rio Grande do Sul”, e que, segundo o Grêmio, “já estão à venda os ingressos para o próximo Grenal”, o evento poderia ter um lugar exclusivo para ser realizado. Se, segundo a Wikipédia, “em outubro de 2008, jornalistas nacionais e internacionais foram consultados pela revista Trivela e elegeram o Grenal como o ‘maior clássico do Brasil’”, acho que o Tarço Genro – que é gremista fanático, e, dizem, uma vez veio a pé de Erechim, sua terra natal, até Porto Alegre pra dar um abraço no André Catimba, que estava hospitalizado depois de se estraçalhar no chão com o seu “salto mortal” malfadado – deveria considerar a possibilidade de remanejar parte das verbas para educação e cultura e investir num estádio que homenageie o encontro. Já que dou a ideia, proponho o local. Para que não haja mais tanta violência, gerada pelo fato de ter o vizinho em casa gritando por mais de 90 minutos, deveria se procurar um território neutro, mediador passivo das torcidas organizadas, as quais poderiam retrair suas atividades festivas sem ter que compartilhar o caminho de volta com o rival. Para que não se repita o famoso e trágico momento em que Manoel Costa, funcionário da Empresa Telefônica Rio-Grandense, deu uma facada de 15 centímetros no quadril direito do ponteiro-esquerdo do Inter, Álvaro Ribasi. Assim, parece que o ideal seria aproveitar o praticamente estádio que já existe entre os dois clubes, entre as ruas Silveiro, Cerro Largo, Augusta e Barão do Guaíba, exatamente ao lado da Casa de carnes Moacyr. O Ildo Meneghetti, que era pançudo e fanático do Internacional, certamente aprovaria o local, já que ofereceria a possibilidade de, uma vez terminado o jogo, passar no Moacyr e comprar meio quilo de costela e quatro ou cinco salsichões, para descontrair com a família.
Nem sei mais se quero que meu time vença o grenal. Agora, o que eu quero mesmo é aquilo que o tarso ta fumando na fotografia! Deus do céu...
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